quinta-feira, 15 de março de 2012

"Dançar é sentir, sentir é sofrer, sofrer é amar... Tu amas, sofres e sentes. Dança!"

(The Red Shoes - fotos e textos escolhidos por Adama)

"Dançar é sentir, sentir é sofrer, sofrer é amar... Tu amas, sofres e sentes. Dança!"

- Isadora Duncan

“A liberdade ofende. Mulher de olhos brilhantes, Isadora é inimiga declarada da escola, do matrimónio, da dança clássica e de tudo que engaiole o vento. Ela dança porque dançando goza, e dança o que quer, quando quer e como quer, e as orquestras se calam frente à música que nasce do seu corpo “

- Eduardo Galeano

2 comentários:

Isabel Metello disse...

Professor, por falar em dançar, o Partido dos Animais poderá interferir na política de uma Câmara, a saber, a de Oeiras, de matar os pombos/pombas? É que têm tanto Direito à existência como qualquer animal. Antigamente, os Cães de rua eram, aqui, apanhados pela denominada "carrocinha" e eram mortos por choques eléctricos, mas antes estavam 3 dias a agonizar ali numas instalações tétricas entre Santo Amaro e Paço de Arcos. Se os passarinhos e passarões de Nova Oeiras são protegidos, por que é que matam os pombos/pombas? O que os distingue- o de os outros serem de "marca" registada???!!! É que não encontro explicação ética para esta incongruência perante os Direitos dos Animais. E há muita gente que parrticipa na carnificina, envenando animais, por mera maldade. Aliás, mais acrescento que registei in loco o resultado da brilhante ideia de porem gatos a matar os ratos no Jardim Municipal de Oeiras- chama-lhe qualquer coisa como "programa biológico de controle de roedores". Resultado: mortos os ratos, os gatos andavam tão esfomeados que, um dia, estando eu num restaurante vegetariano chamado Govinda, houve um gato que, no seu desespero, teve de entrar no restaurante e fui eu e o empregado perante o histerismo das pseudo-tias do lado e da reprovação do ex, que o tivemos a alimentar. Tb houve um episódio em que um dos gatos subiu a uma árvore enorme, lá ficando em pânico. Chamei os Bombeiros locais que disseram não poder fazer nada, pois o camião da escada para o resgatar não conseguia entrar no jardim. Ainda aleguei que, como o animal estava mesmo por cima da esplanada, poderia cair e magoar alguém (só respondem se algum humano puder ser alvo do desespero de um animal, se bem que haja um sem-abrigo que ninguém, durante anos, mesmo o pároco da aldeia tão "bonzinho", ajudou e que passou 2 invernos, pelo menos no frio. Até os restaurantes associados ao tal programa de ajuda aos mais pobres se recusaram a dar uma refeição decente a esse homem por dia- fui a um deles pedi-lo, o frequentado pelos VIPs locais e a resposta foi NÃO). Mas será que os Bombeiros de Oeiras não têm uma escada não incorporada num camião??? E será que as instalações da maravilhosa Escola do Estado Novo que frequentei durante o Ciclo, o edifício do lado esquerdo e onde a minha Mãe foi Professora do Ensino Primário, o edifício do lado esquerdo, não dará para ter uma parte que acolha sem abrigos? Os 850 milhões ou milhares das ninfas do Parque dos Poetas já daria para ajudar muita gente, mas pronto, o lado mais prodsaico da existência só se preocupa com a Vida quando ela já está morta- dá mais jeito à contemplação passiva, quando tantos deles nem entendem uma linha do que que está escrito.

=0= disse...

tem tudo a ver: dançar e matar pombos.

o que tem a ver de certeza com alguma coisa é o tom com que algumas pessoínhas carregam o escarro beato da escrita: têm imensa peninha (paroquialmente seráfica e toda cor de rosinha) dos animais, mas depois, vai-se a ver, são agressivas pr'a caraças para com os humanos. porra!

a perdigota não bate com a cagalhota.

enfim, coisas mal resolvidas na vidinha dão normalmente nisto: isto, obviamente, em quem seja normal. em quem não seja - dão... naquilo!

a prosa, sem ser parecida, até me faz lembrar um estardalhudo que costumava andar por aqui, que se fartava de escrever e não dizia nada.

réplicas do berloque mental estrebuchando no eviterno labirinto de si!

tadinhos!


P.S. A frase de Isadora até é boa, mas podia ser pior!