segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Entre-caminho

4 comentários:

Paulo Feitais disse...

estes novos moinhos de vento fariam as delícias do D. Quixote!

eu sou dos que pensam que a paisagem vale mais que o dinheiro que engorda os cofres da EDP.

E que tal moer-se o vento para termos energia ao preço da chuva?

mesmo assim, a paisagem valia mais.

Gostei!

Abraço!

Maria Sarmento disse...

Quem me dera, hoje mover-me a energia heólica ou mesmo quixotesca! Estou tão presa à cadeira como o grão à farinha. (Isso queria eu)! Estou "Entre-caminho", que é outra coisa ainda!

Um abraço aos dois.

Gostei muito da fotografia. Este céu é-me familiar, ainda hoje "falei" com um assim.

soantes disse...

Meu caro: você corre o risco de se tornar um dos melhores fotógrafos portugueses do século XXI.

Rui Miguel Félix disse...

O caminho, passa ao lado... e o moinho titânico da criação de costas voltadas à origem, como que por desinteresse negando-a. O vento, era o mesmo... ambos giravam ao sabor do ser passageiro.

Grato pela força dos vossos ventos!

Um agradecimento especial, Soantes,
Muito Obrigado.

Abraços!