sábado, 6 de fevereiro de 2010

Emoções em pé de guerra

A norte que aí vem granada!!
Que sorte ser soldado raso.
Em guerra o instinto é alimento,
E a vida converte-se ao acaso.

A arma que se leva ao peito,
No ataque/defesa de existir,
Pesa mais na consciência,
A pátria que é servir.

Guerreiro sou-o continuamente.
De minha guerra sou responsável,
O homem que matei era provável,
Serem gritos na minha mente.

Não há guerra para lá de nós.
A guerra interior alheia-se exterior,
Se por dentro sofrendo oiço essa voz,
Por fora certeiro, o tiro no usurpador.

Diogo Correia

1 comentário:

Florentino disse...

olá que bom estar aqui.