domingo, 25 de outubro de 2009


A obra em 4 volumes “Le morte Darthur; the book of King Arthur and of his noble Knights of the Round table” (A Morte do Rei Artur; o livro do Rei Artur e dos Seus Nobres Cavaleiros da Mesa Redonda ), escrito por Sir Thomas Mallory e ilustrado com 48 estampas por William Russell Flint, numa edição de 1921, é um registo digno da nossa atenção. Sir William Russell Flint (1880 - 1969) foi um artista escocês que adquiriu renome pelas suas pinturas com aguarelas. Foi presidente da Real Sociedade da Gran Bretanha de Pintores de Aguarelas (actualmente a "Real Sociedade de Aguarela") de 1936 a 1956, e foi nomeado cavaleiro em 1947. Os seus primeiros trabalhos foram ilustrações para "el Illustrated London News", de 1903 a 1907 de acontecimientos da época. O primeiro livro que ilustrou foi “As minas do rei Salomão” em 1905, seguido da obra “A Imitação de Cristo” em 1908, posteriormente dois volumes de “As Operas de Saboia” e “Marco Aurelio” em 1909 e 1910, e entre 1910 e 1911 a obra mencionada acima em 4 tomos. Continuou com “Os Contos de Canterbury” em 1913 e “A Odisseia” em 1914, apesar deste ultimo devido à 1.ª Guerra Mundial ser editado em 1924.

4 comentários:

Paulo Borges disse...

As imagens são belíssimas, mas se possível convinha reduzir os espaços em branco para não couparem tanto espaço no blog...

Paulo Borges disse...

Continua a haver um espaço enorme entre a última imagem e o fim do post...

Maria Sarmento disse...

Cada uma das imagens é muito e é tudo;

Cada uma das imagens é uma ferida dentro do peito da beleza.

Cada uma das imagens: um canto de harpa, uma dança...

Cada uma é um afundar em mim de beleza.

E é tanta... que mata.

Não conhecia estas.

Gratíssima pela viagem que proporcionaram dentro do universo sem gravidade dos sonhos e das pupilas cegas, que não me descansam nem me cegam!

Fecho os olhos e confio na nobreza.
Grata pela viagem.

P.S. Penso que para retirar o espaço em branco é voltar à edição e "subir" a distância em branco, aproximando-a do texto. Ficará decerto muito bem.

Donis de Frol Guilhade disse...

A Maria e o Paulo já tanto disseram que pouco me resta senão emudecer, a sentir estas imagens.

Elas, na verdade, revisitam-nos com um tal poder de presença que se não exaure, mas nos extingue e tinge de beleza.

Obrigado, Inês.