domingo, 4 de setembro de 2011

Dançam borboletas na paisagem verde
Adormece a leoa coberta com amor
Vive a vida a hora, sem pressa 
Morna, suada, preguiçosa.


Calam silenciosas as pedras
Montanha que nos alcança
Voam gaivotas, nasce outra flor
A noite se alonga no amanhecer

4 comentários:

Ferro Velho disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Isabel Metello disse...

Não será o contrário, FV? Repare- quando morde não se está, mesmo, a morder a si???!!! è que há uma distinção entre denunciar injustiças e morder por prazer bestial...Há sabores que à sua essência, já perscrutada comme il faut, sempre lhe escaparão, lamento ou não...há patamares evolutivos entre os quais não pode haver comunicação possível...resulta em curto-circuito e ninguém ganha, só se desgastam as partes...sabe uma coisa? nesta sociedade onde o silêncio só é quebrado nos bastidores, considero que cada qual estará a contribuir para a evolução da noção da esfera pública se expuser com Dignidade e Coragem Causas e não se limitar a falar mal pelo prazer porteirístico de o fazer...

Isabel Metello disse...

Como tal, vou refazer o seu axioma :)

Crescem-te os dentes invertidos para a ti própria te morderes e encontrares a perdição...
Na raiva incontida de não sentires Divina Guarida, Pano Branco que te Cure a Ferida, lanças-te à caça e perdes, assim, teu Coração...

abração (foi só para rimar :)

PS :) já é a segunda pessoa online com a qual criei laços afectivos bons, aparentemente maus, pelo facto de me querer morder e garanto-lhe que a outra é muito mais serpenteante do que a FV...é interessante esta circunstância...

Isabel Metello disse...

Mas esqueci-me do principal :) adorei, Paladar da Loucura, recordou-me momentos de Profunda Paz, Aquela que nos Eleva e que nos faz sentir parte de Um Todo Uno e Indivisível...