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sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Versículos
UNIDADE
Há tempo de rir
e de chorar,
de alegria e de sofrimento.
A natureza não é dual
é Una
eventualmente, uma terceira instância.
Há que ser tudo!
Luís Santos
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Versículos
Bagagem
Nunca se pede demais,
não se pode esperar mais
do que aquilo que se consegue ter.
Quando se tem
se é tido.
Luís Santos
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
domingo, 16 de setembro de 2012
Versículos
Manifestação
No fundo
egoísta mais recôndito
de si mesmo,
eis o que
mais interessa.
Todos.
Tudo.
Luís Santos
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Carta de Agostinho da Silva
Amigos, Vivam Todos!
Tão boa que está a Hora, agora.
Antes de mais, digo-vos que o Miguel Real não pode vir ao jantar, porque teve de ir noutro lugar.
Amem.
Passaram 18 anos que vos deixei, e me livrei, corria então um terno Domingo de Páscoa.
Por aqui tudo isto é muito mais. Muitos coros celestiais. Sempre.
ENTRE o Paráclito tudo se vai passando, não passando, como num circo. Movimentam-se os pés por cima das esferas e a música acontece. Eu me explico tanto quanto posso.
Não há Banco Mundial, nem tão pouco Fundo Monetário Internacional. A Troika aqui é outra. Não há necessidade de investir para lucrar. Basta Ser.
Também não há escolas, embora ande todo o mundo a estudar. As crianças já antes da tenra idade aprenderam a voar.
Não há Hospitais. Levantar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer. Aqui ninguém dorme e anda sempre toda a gente a dormir. Às vezes temos gosto em conversar um pouco, desconversando. As palavras são tantas como um rio de silêncios, e o silêncio é uma regra de ouro.
Amem.
Já MIL vezes que vos disse que não temos nada a dizer. Também para quê se o nosso Império é de serviço e de amor. Aqui, que é aí, todos cabem em partes iguais, o “sem abrigo” e o inimigo, o artista e o cientista, as canções e as orações. Mas sem dúvida que somos muito dados à filosofia.
Temos apreciado a ESCOLA ABERTA AMARELA e o ESTUDO GERAL.
Criámos um novo método de ensinar onde não é preciso quantificar as aprendizagens. Como é sabido aprende-se muito desaprendendo. Também andámos por lá na Livraria UNI VERSO, em Setúbal.
A Maurícia manda um abraço.
É claro que aqui já não é “a Hora” de coisa nenhuma. E cá vos espero.
Amem.
O irmão servidor,
Agostinho da Silva
(Carta lida em Jantar de Confraternização "Recordando Agostinho da Silva" no Restaurante "Os Arcos", em Alhos Vedros, dezoito anos depois do desaparecimento físico do Professor).
Tão boa que está a Hora, agora.
Antes de mais, digo-vos que o Miguel Real não pode vir ao jantar, porque teve de ir noutro lugar.
Amem.
Passaram 18 anos que vos deixei, e me livrei, corria então um terno Domingo de Páscoa.
Por aqui tudo isto é muito mais. Muitos coros celestiais. Sempre.
ENTRE o Paráclito tudo se vai passando, não passando, como num circo. Movimentam-se os pés por cima das esferas e a música acontece. Eu me explico tanto quanto posso.
Não há Banco Mundial, nem tão pouco Fundo Monetário Internacional. A Troika aqui é outra. Não há necessidade de investir para lucrar. Basta Ser.
Também não há escolas, embora ande todo o mundo a estudar. As crianças já antes da tenra idade aprenderam a voar.
Não há Hospitais. Levantar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer. Aqui ninguém dorme e anda sempre toda a gente a dormir. Às vezes temos gosto em conversar um pouco, desconversando. As palavras são tantas como um rio de silêncios, e o silêncio é uma regra de ouro.
Amem.
Já MIL vezes que vos disse que não temos nada a dizer. Também para quê se o nosso Império é de serviço e de amor. Aqui, que é aí, todos cabem em partes iguais, o “sem abrigo” e o inimigo, o artista e o cientista, as canções e as orações. Mas sem dúvida que somos muito dados à filosofia.
Temos apreciado a ESCOLA ABERTA AMARELA e o ESTUDO GERAL.
Criámos um novo método de ensinar onde não é preciso quantificar as aprendizagens. Como é sabido aprende-se muito desaprendendo. Também andámos por lá na Livraria UNI VERSO, em Setúbal.
A Maurícia manda um abraço.
É claro que aqui já não é “a Hora” de coisa nenhuma. E cá vos espero.
Amem.
O irmão servidor,
Agostinho da Silva
(Carta lida em Jantar de Confraternização "Recordando Agostinho da Silva" no Restaurante "Os Arcos", em Alhos Vedros, dezoito anos depois do desaparecimento físico do Professor).
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